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Crise da Lei São Paulo da Cruz

 

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        Encontramos profissionais medrosos, que não se lançam em novos projetos, não se arriscam, não são criativos, proativos. Ao contrário, só fazem o que mandam. Essas pessoas, um dia, foram  crianças e tiveram uma educação. Provavelmente, faltou um elogio: “você é capaz, eu acredito em você” ou fizeram por eles aquilo que tinham condições de fazer. Deixaram-no em uma posição passiva, não lhe permitiram  desenvolver competências e habilidades em sua criação, o que compromete sua espontaneidade e maturidade. Pessoas que não foram acreditadas, valorizadas e desafiadas, sentir-se-ão fragilizadas com tudo o que é novo. Desafios aparentemente simples tornam-se grandes e complexos.

        A consequência mais séria e comprometedora é aquela  que desenvolve no indivíduo uma personalidade que o põe numa posição subjetiva de vítima. O vitimizado não se responsabiliza pela sua vida e felicidade. Ele vive atribuindo aos  outros a causa do seu sofrimento.

           Responsabilidade é um processo de amadurecimento que a pessoa adquire durante a vida. Mas essa atitude está ligada ao lugar no qual deixaram o sujeito e quando me refiro ao lugar, estou falando do tipo de educação que ele recebeu. Há educação que apresenta asas, outras gaiolas.

           Dentro da gaiola, o passarinho fica na posição de vítima, numa zona de conforto, passivo, dependente, infantil, movido pelo princípio de prazer e da emoção. Em suma, não se responsabiliza pela construção da sua história e da sua felicidade.

           Quando a pessoa se torna responsável pela sua vida,  assume uma posição subjetiva de sujeito da ação. Sujeito é aquele que se responsabiliza pelo seu corpo, desejo e pelas suas escolhas. Nessa posição, a pessoa fica fora da gaiola, deixa o mundo infantil  e assume o mundo adulto.

Tudo na vida tem preço, ganhos e perdas, dentro da gaiola a pessoa, mesmo na posição de vítima, ganha segurança, proteção financeira, afetiva e moral: porém, o preço é alto. Significa a perda da liberdade e autonomia. No entanto, para ganhar essa liberdade e autonomia é preciso perder a segurança do mundo da gaiola.

        A questão principal é que o vitimizado fica na posição de objeto, refém do outro.  O outro é sempre culpado pela causa do seu sofrimento. “O vitimizado usa esse discurso: “estou nessa situação por causa de você,” foi você que me feriu e me deixou nesta situação,” “olhe o que fizeram comigo”, “veja como me encontro.” 

       O discurso do vitimizado pretende gerar sempre culpa no outro para responsabilizá-lo pelo seu sofrimento. Todo chantagista, dependente e imaturo, coloca-se na posição de vitimizado e não assume  sua própria vida.

          Eu não posso e não tenho o direito de colocar a responsabilidade da minha felicidade nas costas de ninguém.

         Atendo muitos pacientes que chegam ao meu consultório e apresentam esse discurso de vitimizado: “eu sofro tanto, mas a vida é tão  difícil, estou tão depressiva.”

          A pior coisa que podemos fazer a um depressivo é dar-lhe um lenço para ele chorar, pois se fizermos isso, o congelamos nessa posição de vitima.

          Quando alguém me apresenta  uma demanda de sofrimento, a primeira pergunta que faço é “qual o grau de responsabilidade que você tem por esse sofrimento?”

          O primeiro passo para a cura é responsabilizá-lo e tirá-lo da posição de vítima.

          Se meu mundo cair, tenho que aprender a levantar-me. Meu mundo pode cair, mas eu tenho que me manter em pé.

         O vitimizado busca autocompaixão no outro. Na verdade é uma maneira de se apresentar como vítima para ser desejada, amada, acolhida e olhada. É uma busca por um colo afetivo, olhar afetivo, abraço afetivo. É a criança desamparada em nós que chora e pede: “cuida de mim.”

        Felicidade não é para os covardes. Para ser feliz é preciso ter coragem de romper com coisas pré-estabelecidas, reinventar a vida e se responsabilizar pelas escolhas, envolvendo ganhos e perdas. Não devo valorizar o que fizeram comigo, o importante é a atitude que eu vou ter com o que fizeram comigo. 


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